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O governo português toma nota do plano de paz divulgado pela administração norte-americana, que constitui uma oportunidade para o relançamento das negociações com vista à resolução do conflito israelo-palestiniano.

Portugal irá analisar a proposta, à luz da posição que temos defendido, em linha com a União Europeia, em conformidade com as resoluções das Nações Unidas e com o Direito Internacional aplicável.

Reiteramos o nosso compromisso com a solução de dois Estados, ambos dispondo das necessárias garantias de segurança e exercício de soberania e ambos com direito a ter Jerusalém como sua capital. Reiteramos também que a única forma de resolver o conflito israelo-palestiniano nos parece ser através de um acordo negociado entre as partes. Portugal reafirma a sua disponibilidade para contribuir para o processo de paz no Médio Oriente, no quadro da União Europeia e das Nações Unidas.

Lisboa, 29 de janeiro de 2020

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O Governo português lamenta profundamente a perda de vidas humanas e os danos materiais causadas pelo terramoto registado ontem na região de Elazig, no Leste da Turquia.O Governo português lamenta profundamente a perda de vidas humanas e os danos materiais causadas pelo terramoto registado ontem na região de Elazig, no Leste da Turquia.Neste momento de grande consternação, o Governo português apresenta sentidas condolências ao Governo da Turquia e ao Povo turco, bem como aos familiares das vítimas, fazendo votos de rápida recuperação dos feridos. Portugal manifesta ainda, nesta hora difícil, o seu apoio às autoridades turcas, principalmente tendo em conta as difíceis operações de salvamento e busca que visam resgatar as pessoas que continuam presas nos escombros.

Lisboa, 25 de janeiro de 2020

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Assinala-se hoje o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Há 75 anos, foi libertado pelas tropas aliadas o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, símbolo máximo da barbárie humana.

Neste dia evocamos todas as vítimas do Holocausto e da ideologia nazi. Relembramos não apenas as vidas dos milhões de judeus, mas as de todos aqueles que, pelas suas origens, crenças, orientação sexual, condições físicas e opções políticas foram perseguidos, e os milhões de prisioneiros de guerra mortos pela fome, pela doença, pelo trabalho forçado. Homenageamos também memória de todos aqueles que tiveram a coragem de escolher fazer o que estava certo, independentemente das consequências. Entre nós figuram Aristides de Sousa Mendes e os também diplomatas Carlos Garrido Sampaio e Alberto Teixeira Branquinho e o Padre Joaquim Carreira.

Manter viva a memória do Holocausto, defendendo os valores da nossa sociedade democrática, liberal e inclusiva, é fundamental para que não se esqueçam os perigos que advêm da intolerância, do ódio, da xenofobia, do racismo, do antissemitismo e da discriminação.

Em 2019, Portugal tornou-se membro da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, reforçando o seu compromisso de promoção da educação das novas gerações sobre este tenebroso período. Educar é a melhor forma de prevenção e, também, de homenagem.

Recordar este período negro da História da Humanidade e assegurar que se não repete é, mais do que nunca, um imperativo.

Lisboa, 27 de janeiro de 2020

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